05 Julho 2009

Hitler e as copas que a argentina não ganhou


torcedor fanático por futebol não vive nem no presente, nem no passado, nem no futuro. O tempo verbal do apaixonado pela bola é, por definição, o mais-que-perfeito do subjuntivo. Que diacho é isso? É o famoso "se não tivesse tido". Se não tivesse chovido, se o juiz não tivesse roubado, se fulano não tivesse se contundido, se não tivéssemos perdido o pênalti. Não há torcedor que, ante a derrota de seu time, não recorra aos encantos do mais que perfeito. Um exemplo clássico tem como protagonista o técnico Evaristo de Macedo. Ao ver seu Flamengo massacrado pela Ponte Preta por 3 x 1, Evaristo recorre à pérola: "se eles não tivessem feito dois gols no começo, o jogo teria terminado 1 x 1".






Pois bem, conta a lenda que o grande Friedenreich, nosso primeiro grande gênio da bola, aquele que marcou, nas décadas de dez, vinte e trinta, mais gols que Pelé, viu o Brasil retornar da Suécia em 1958 com seu primeiro caneco. Contemplando a festa, comentou, inconsolável: "Se cariocas e paulistas não tivessem brigado em 1930 (briga que nos fez levar uma seleção carioca à Copa do Uruguai, sem Fried), agora seríamos bicampeões." Fried nem se preocupou em falar da copa de 1950. Para ele o que importava era a Copa do Uruguai, onde não teria tido para ninguém caso ele estivesse no time, junto com outros paulistas, como o goleiraço Athié e o endiabrado Feitiço. Em 1930 o mais que perfeito do subjuntivo entrou na vida de nosso futebol para nunca mais sair.

Mas das copas que não ganhamos falarei em outra oportunidade. Hoje quero falar do namoro traumático dos argentinos com o mais que perfeito. Na Copa de 1966, aquela em que se Vicente Feola não tivesse convocado 44 jogadores talvez tivéssemos tido chance, a Argentina tinha um timaço. Deu o azar de que aquela Copa parecia arranjada desde o começo para os ingleses, que amargavam a vergonha de ter inventado o futebol e nunca ter ganho nada importante no esporte. No jogo decisivo de quartas-de final contra a Inglaterra, a arbitragem tendenciosa expulsou o capitão argentino Rattín, que inutilmente esbravejava que não havia insultado o árbitro e que precisava de um intérprete. De nada adiantou. O prêmio de consolação de Rattín foi amassar a bandeira inglesa pendurada no pau do escanteio e ver a FIFA implantar os cartões amarelos para prevenir futuros mal-entendidos.

Todos sabem a carne-de-pescoço que é jogar contra a Argentina. São 34 vitórias de Brasil, contra 33 da Argentina na história dos confrontos (isto nas contas da Confederação Brasileira de Futebol, enquanto a Associação de Futebol Argentino diz que a seleção argentina está à frente com 36 vitórias e 33 derrotas). O que pouca gente sabe é que só nos últimos trinta anos, depois da era Pelé portanto, o Brasil tirou uma diferença enorme que havia em favor dos argentinos. Na década de trinta foram nove jogos, com duas vitórias nossas e seis deles, incluindo-se aí um humilhante 5 x 1 em pleno Rio de Janeiro, pela Copa Rocca de 1939. Na década de quarenta mais seis jogos, com quatro vitórias deles e duas nossas. Assim por diante até a década de sessenta, auge do nosso futebol, quando conseguimos três vitórias contra quatro derrotas. Em 114 jogos com a camisa da seleção brasileira, Pelé só perdeu doze jogos. Desses doze, nada menos que quatro foram contra os argentinos.

A década que gera, entre os argentinos, uma fileira de pretéritos-mais-que-perfeitos é a de quarenta. Não há discussão: o futebol argentino naquela década era o melhor do mundo, disparado. Mas, para desespero dos alvi-celestes, não houve Copa nos anos quarenta, por causa da guerra. Se não houvesse havido guerra, a Argentina provavelmente teria levantado os canecos de 42 e 46. Na Copa de 1950, há quem jure que nem o Uruguai dos fatídicos Ghiggia, Schiaffino e Obdulio Varela, nem o Brasil de Zizinho e Ademir teriam sido páreo para a Argentina de Di Stéfano, Pedernera e Loustau. Olhando o restrospecto da década de quarenta, é difícil discordar. Mas o todo-poderoso Perón não permitiu que seu país viesse à Copa organizada pela Confederação Brasileira de Desportos, com a qual a Associação de Futebol Argentino se encontrava rompida desde um jogo-pancadaria realizado em Buenos Aires em 1946.

A Segunda Guerra, como se sabe, foi provocada pelo delírio bélico-racista de Hitler, que vislumbrava uma Europa ariana controlada pela Alemanha. O que pouca gente sabe é que no começo da década de dez, antes de escrever Minha Luta, Hitler perambulou por Viena, na Áustria, onde desesperadamente tentou interessar o professor de uma escola de arte nos quadros que pintava. Depois de fracassar várias vezes como pintor, Hitler passa a tecer o pesadelo que tomaria forma em 1933, com a ascensão do Nacional-Socialismo ao poder. Está aí então, leitor, o mais-que-perfeito do subjuntivo levado ao absurdo com a paixão portenha pelo futebol: se os professores de arte austríacos do começo do século passado tivessem sido um pouco mais tolerantes com os medíocres candidatos a pintores da época, o primeiro tricampeão do mundo de futebol teria sido a Argentina, e não o Brasil. Talvez hoje a Jules Rimet descansasse em Buenos Aires, e o lugar de honra que cabe, na história, a Carlos Alberto Torres, teria sido ocupado por um gênio de cabelos encaracolados e nome Adolfo Alfredo Pedernera, maestro da máquina do River Plate dos anos quarenta. Mas como os vitoriosos não se preocupam muito com o subjuntivo, e sim com o passado simples, os brasileiros damos de ombros e retrucamos: o choro é livre.

25 Junho 2009

medo...

É o que venho sentindo de uns dias pra cá…

Essa semana está sendo tão difícil. Sei que pode ser frescura ficar mal por causa de uma simples data que foi inventada com o simples propósito comercial. Mas é difícil.

É difícil saber e admitir que estou sozinha.

Mais difícil ainda é querer dar carinho pra alguém e não poder.

Difícil fingir que tudo está bem enquanto o coração sofre, como se estivesse sendo esmagado por uma prensa, dia após dia.

Difícil ter que presenciar certas situações que trazem certas lembranças.

Difícil acordar todos os dias e não ter ninguém pra falar um bom dia sequer.

Difícil sair do trabalho sem expectativa nenhuma de encontrar alguém, de dar um oi, um abraço, um olhar sequer…

Muitas coisas são difíceis, mas tudo tem o seu tempo. O difícil é nós, míseros seres humanos, conseguirmos aceitá-lo e levar isso normalmente. Há tempo para tudo, Há tempo para o amor e há tempo para a dor. O segredo é saber aproveitar os dois, cada um com seus obstáculos, pois até (e principalmente) para o amor existem grandes obstáculos.

Só gostaria que o meu tempo de dor acabasse logo. Mas o tempo para os que sentem dor sempre demora a passar.

Certas coisas são simplesmente impossíveis de entender, como um coração tão apertado e sofrido ainda tenha tanto amor para dar. O porém é que ele só aceita encher um outro coração específico com todo esse sentimento apertado.

Se por acaso daqui um bom tempo eu por acaso ler isso, aqui vai um lembrete para que eu possa passar para os meus filhos ou para alguém que precise:

O amor verdadeiro é único, portanto, quando encontrar o seu cuide muito bem dele como se fosse o amuleto mais precioso que você pudesse ter. Pois é ele que estará sempre com vc, em qualquer situação, como um amuleto mesmo. É nele que vc irá buscar forças quando achar que não existe mais nenhuma. É com ele que vc vai compartilhar todos os seus momentos de felicidade, dor, angústia e paixão. É por ele que vc fará muita coisa que antes não fazia sentido algum. E por fim, é com ele que vc deixará de ser um “eu” para se tornar “nós”.

A minha missão mais importante nesse mundo eu já descobri: Sempre, sempre…levar isso pra frente. Será uma forma de impedir que as pessoas não sintam o que estou sentindo. Não desejo isso pro meu pior inimigo, pois é a pior das dores: a dor do amor, como os poetas sempre dizem. É uma ferida que jamais se cicatrizará por completa. Ninguém mesmo merece, ninguém.

Mas e o medo?

O medo?

O medo é consequência de dois sentimentos que eu não consigo arrancar de mim: a esperança e o amor.

Medo de esses dois sentimentos afastar pra sempre uma pessoa de mim. Pois hoje bastaria um olhar para me dar mais fôlego e quem sabe um abraço verdadeiro pra servir como uma brisa para aliviar minha ferida. Medo de não ter nem isso mais…..pra sempre.

Não adianta, não podemos ir contra o coração… É o que aprendi. Nada é mais forte que ele. E é por isso que daqui pra frente seguirei o meu fielmente. Quando surgir a dúvida? Seguirei o coração. Ele sempre indicará o caminho certo.

17 Maio 2009

La Troupe Garraus, los abuelos de Les Luthiers

La Troupe Garraus, o también llamados "Los Tres Bemoles", era un grupo muy original y excéntrico que tocaba instrumentos informales, tal como lo hace Les Luthiers. Estaba conformado por tres músicos españoles, que recorrieron los teatros de Europa y América allá por el año 1880, con relativo éxito.

En el año 2003, estando Les Luthiers actuando en Madrid, se presentó en el teatro una señora con un paquete de regalo que contenía artículos de prensa y fotografías de La Troupe Garraus. La dama, que era la nieta de Onofre Garraus, el fundador del grupo, se manifestó como una gran admiradora de Les Luthiers. Esos artículos posteriormente llegaron a manos de Daniel Samper, principal exégeta de Les Luthiers, el cuál escribió el artículo que se puede leer a continuación:



LA TROUPE GARRAUS

Junio 3 de 2004
Desde el foso / Los abuelos de Les Luthiers
Por Daniel Samper Pizano

Hace más de un siglo, un trío español hizo reír a Europa y América e inspiró a Pablo Casals con la música que interpretaba usando palos de escoba, botellas, sartenes y chocolateras.
Son tres. Usan peluca y librea. En la fotografía aparece uno tocando una especie de babilla metálica a la que sopla por la cola y le saca música por las fauces; sus compañeros rascan una aceitera con vocación de guacharaca y un extraño violín de tres palos. En otro retrato se les ve con un andamio compuesto por dos hileras de campanitas y dos tableros de cascabeles. En otras más ofrecen conciertos con cacerolas colgadas de una repisa, botellas dispuestas encima de una mesa, e incluso regaderas con mástil y cuerdas de donde extraen románticos sonidos mediante un arco de viola.
Si no fuera porque las fotografías revisten una aureola antigua a la que contribuyen el color sepia y los muebles pasados de moda, cualquiera diría que se trata del último espectáculo de Les Luthiers. Error.
Error, pero no grave. No son Les Luthiers, pero sí sus abuelos, de los que ellos nada sabían hasta fines del año pasado, cuando llegó al hotel madrileño de los famosos melo-humoristas argentinos un sobre inesperado. Al abrirlo, los luthiers quedaron boquiabiertos, como la babilla-saxofón. Se trataba de una colección de daguerrotipos e información acerca de unos músicos españoles que, a finales del siglo XIX, tocaban instrumentos informales. Algunos de ellos merecerían haber sido inventados por Les Luthiers, como una cantina de leche convertida en aparato de cuerdas, pariente lejana y obesa del tierno latín, o violín de lata, y una escoba que quería ser violonchelo cuando grande. Retratos y recortes venían acompañados por una cordial tarjeta de Caridad Larregla Garraus.
Después de una llamada, Les Luthiers supieron que esos personajes cuyos genes se asemejaban a los suyos llevaron por nombre artístico Los Tres Bemoles y que la dama de la tarjeta era nieta de Onofre Garraus Atorrasagasti, el fundador del grupo.
A juzgar por viejos recortes de prensa, el trío de cómicos musicales se anotó delirantes éxitos y realizó reiteradas giras por América. Pasados veinte años, una trágica circunstancia disolvió el conjunto. Su fundador buscó entonces actividades más retributivas, y aparentemente casi nadie volvió a acordarse de ellos. Hubo apenas raras menciones en algún programa radial de audiencia selecta o en alguna revista regional vasca. Nadie más sabía de Los Tres Bemoles y nadie los había mencionado antes a Les Luthiers en las tres décadas que estos llevan visitando a España con frecuencia casi anual.
Hasta que llegó aquel sobre con aquellas fotografías y aquella tarjeta.
El descubrimiento era demasiado emocionante como para que quedara reducido a una anécdota pasajera. Así que, con la colaboración de la nieta del maestro Onofre Carraus, la Unidad Investigativa de REVISTA CREDENCIAL desplegó todas sus habilidades y recursos hasta desentrañar el genial eslabón perdido entre Mozart y el quinteto que más hace reír en lengua española.

París con bemoles
Onofre Garraus nació en Santesteban, Navarra (otros dicen que en Lesaca) en 1858 y a los veinte años viajó a París con una beca. Era el París de la Exposición Universal, lleno de vida, de bohemia y de parranda. Onofre resolvió quedarse allí al cabo de la beca, y, para sobrevivir, montó un dúo de guitarra y cítara con un paisano cuyo nombre se ha esfumado en el tiempo, pero cuyo apellido era Jaunsarás.
No del todo eran infrecuentes, ya para entonces, las agrupaciones de músicos exóticos que fabricaban sus propios instrumentos y los interpretaban en ferias y fiestas pueblerinas. Los dos amigos entendieron que ahí estaba el desvare. Donde come uno comen dos y donde tocan dos tocan tres. De modo que al poco tiempo la “troupe O. Garraus” sumaba un músico más –un madrileño que, dolorosamente, ha regresado al anonimato– y se había adjudicado el nombre que la dio a conocer.
Es difícil saber si los instrumentos heterodoxos, el esmoquin encastado de librea (en lo que también se parecen a Les Luthiers) y las pelucas alborotadas (en esto se diferencian de casi todos los luthiers) fueron posteriores al trío, o si el trío nació a partir de los instrumentos heterodoxos y los disfraces. La cuestión es que no les fue nada mal con la decisión de buscar la risa del público, porque vivieron de ello durante una veintena de años.
Entre quienes los vieron actuar en París está el escritor Pío Baroja. En sus nostálgicas memorias de la insomne capital francesa de fin de siglo recuerda a “los excéntricos musicales que tocaban con un arco en una sierra o sobre un palo de escoba con una cuerda”.

Haciendo la América
Tras algunas vueltas por Francia y Europa, los Bemoles resolvieron hacer la América. Dicen los documentos que en junio de 1890 se presentaron en Buenos Aires y en el segundo trimestre de 1891 visitaron a Venezuela y Cuba. De su formidable suceso dan testimonio varios recortes:
La Nación (Buenos Aires, junio 15 de 1890): “El señor O. Garraus es un verdadero genio para la combinación de sonidos y [también] sus compañeros Bemoles, que ahora se nos han colocado aquí sin ruido ninguno para meter enseguida tanto desde el teatro Carubia… Todo canta entre sus manos, porque estos Midas de la música son capaces de arrancar vibraciones sonoras del mismo pedernal”.
El Zuliano (Maracaibo, septiembre 9 de 1891): “El trabajo de la simpática troupe es fino, delicado, agradable… Ya sabemos que no debemos destinar a sus usos respectivos y conocidos la sartén, el plato, la regadera, la jarra, la chocolatera, la botella, el vaso, la copa, etc., etc.; que con esos objetos podemos regalarnos horas de solaz y que hasta ellos podemos hacer descender los genios celebrados de la música”.
El León Español (La Habana, noviembre 6 de 1891): “No sé cómo empezar a descubrir la impresión que causó al auditorio el oír sonidos armónicos arrancados violentamente de los utensilios más vulgares de nuestras cocinas… Los concurrentes aplaudían frenéticamente, locos, delirantes, haciendo repetir los trozos el repertorio señalado”.
La Unión Constitucional (La Habana, noviembre 7 de 1891): “Son una verdadera notabilidad los tres excéntricos músicos. Ejecutan todo género de piezas, algunas de ellas dificilísimas, con una limpieza, una seguridad, una afinación y, sobre todo, con un gusto tan exquisito que sorprenden, admiran y arrebatan”.
El Liberal (La Habana, noviembre 12 de 1891): “Es bueno dejar anotado que son lo que en puridad de verdad pueden llamarse maravillas. Después de haberlos visto se infiere fácilmente el éxito que los ha seguido en todos aquellos puntos donde se han presentado”.
El éxito unánime de los abuelos de Les Luthiers recuerda al de sus nietos, pero hay una diferencia importante. Los Bemoles no componían su propia música, sino que interpretaban clásicos populares. La única obra de cuño propio era la jota de despedida, que remataba con la copla siguiente:
A la jota jota
de los Tres Bemoles
que, aunque estrafalarios,
somos españoles.
Hay que reconocer que en materia de letra tenían poco que legar al sublime Johann Sebastian Mastropiero de Les Luhiers.

La primera escoba de Pablo Casals
Dos de los instrumentos que mayor atracción ejercían sobre el público de los Bemoles eran el cascabeólogo, formado por cencerros, cascabeles y campanillas de coches de caballos que, colgados a distintas alturas y sacudidas con habilidad, reproducían la escalas musical, y la escoba monocorde.
El divertido trío interpretaba con el cascabeólogo arias de las óperas “La favorita” y “Lucía de Lamermoor”, y con la escoba monocorde que añoraba Pío Baroja tocaba piezas de Arrieta y Beethoven.
La ingeniosa escoba pasará a la historia por haber inducido una de las más extraordinarias vocaciones musicales de todos los tiempos. En 1886 Pablo Casals, reconocido como el mayor violonchelista del siglo XX, tenía nueve años e interpretaba el órgano parroquial cuando llegó a El Vendrell, su pueblo natal, el conjunto trashumante. Sus excéntricos miembros se instalaron en la plaza, dispuestos a ofrecer un pequeño concierto al término del cual recogían parvas monedas en un sombrero (nada que ver con Les Luthiers) y la gente se arremolinó a su alrededor.
“Me abrí camino hasta la primera fila de la muchedumbre –recordaba Casals en entrevista concedida a un periodista de Puerto Rico– y me senté sobre las losas, embrujado por la apariencia de los músicos, que estaban vestidos de payasos… Uno de ellos tocaba sobre un mango de escoba transformado a modo de violonchelo. En aquella época no había visto ni oído hablar del violonchelo. Ese instrumento me fascinó más que los demás. Vuelto a casa, casi sin tomar aliento, se lo describí a mi padre. Él se reía, pero terminó por decirme: ‘Está bien, hijo, te haré un instrumento del mismo estilo’.”
A los pocos días, Pablito Casals tenía su primer violonchelo: era un palo de escoba al que su padre había acomodado una cuerda templada y una calabaza seca, para aumentar la sonoridad. El maestro lo conservó en una vitrina hasta su muerte.
El conjunto bemolista nació y tuvo como sede a París, pero más de una vez se presentó en Santesteban, cuna de dos de sus miembros. La última ocasión en que pudieron aplaudirlo los espectadores del pequeño Teatro Irún fue en 1899. Tres años después debutaba en ese mismo escenario el joven Pablo Casals. Había dejado el órgano y la escoba, y empezaba su extraordinaria carrera de violochelista.

Trágica disolución, mágico matrimonio
Para entonces, Los Tres Bemoles ya no existían y su director incursionaba en aventuras industriales. La agrupación se disolvió de manera trágica. En 1899, durante su postrera gira a América, falleció de repente Jaunsarás, y sus dos compañeros, apesadumbrados, decidieron que no lo reemplazarían. Allí murió también el conjunto.
Garraus recogió algunos recuerdos y objetos personales de su paisano e inseparable amigo, y regresó con ellos a Santesteban. Entregó la ropa y los bienes a la familia del difunto y las cartas de amor a Clotilde Lasa, joven y casi inconsolable novia de Jaunsarás. Conmovido, se dio también a la tarea de confortarla. Y lo logró de rotunda manera, pues un tiempo después Onofre y Clotilde se casaban en la iglesia de la villa y fijaban residencia en París.
Así, con 45 años, el fundador de “la Troupe O. Garraus” abandonada la vida alegre de soltero y se convertía en un gerente serio y compuesto. Su meta era ahora la fabricación de buses destinados a montar la primera línea de transporte público con vehículos de motor que hubo en Navarra, y seguramente en Europa y a lo mejor en el mundo.
Su suerte como empresario fue dispar, de modo que en 1923 vendió todo y se trasladó con su familia a Madrid, donde murió el último día de diciembre de 1933.
Exactamente 70 años después, y en la misma ciudad, Les Luthiers se enteraban de la existencia de estos abuelos adorables e inesperados.

20 Fevereiro 2009

Acabo de ver na internet que um Windows XP Profissional original na caixa está saindo por aproximadamente R$ 800,00. E olha que ele nem vem com o Microsoft Office que sai por uma bagatela de R$ 1.500,00 na versão Standard. A brincadeira ficou em R$ 2.300,00 para poder ter um sistema operacional e uma suite office rodando na sua máquina. Por menos que isso eu monto um belíssimo computador com 1GB de memória RAM e placa de vídeo aceleradora pra rodar Quake 4 e Doom 3. Por um acaso você encontrou seu dinheiro no lixo? Será que o suor do seu trabalho não vale muito mais que 2 programas de computador? Este valor acima citado equivale a certa de 7 meses de trabalho recebendo um salário mínimo aqui no Brasil. Portanto pense bem da próxima vez que quiser mandar seu valoroso dinheirinho para uma empresa norte americana. E quando for calcular o preço dos software para seu Windows não se esqueça do anti-vírus.

Talvez você deve estar se perguntando: É mesmo!!! E o anti-vírus? Tem algum bom pra Linux e grátis? Sim, temos anti-vírus para Linux, mas eles não servem pra quase nada, =). Linux não pega vírus. Você deve estar arrancando os cabelos e se perguntando se isso é verdade não é mesmo? Pois bem, pela simplicidade do Linux, você pode até criar um vírus para Linux, eu mesmo crio um em 10 segundos... =o). Porém graças ao seu complexo sistema de permissões, o máximo que você pode destruir é o seu diretório pessoal e nunca o sistema. Pra falar a verdade até hoje foram registrados uns 2 ou 3 vírus para Linux, e eles só chegaram a infectar 2 computadores sendo que em um nem funcionou e no outro pegou por possuir uma exata versão do compilador gcc e uma determinada versão do kernel. Um vírus para Linux teria que ser algo como: "Boa tarde, eu sou um vírus e quero detonar seu computador. Você pode me dar permissão para executar e me abrir como administrador? Obrigado".
Agora a sua pergunta deve ser: Se não há vírus para Linux pra que anti-vírus?
Simples, para escanear computadores Windows na rede... =D. Além do mais você pode de repente compartilhar um arquivo infectado para uma estação Windows o que significa que você sobrevive, mas o Windows não. Sabe aqueles e-mails infectados que todo mundo recebe? Eu abro eles numa boa, clico nos links e nada acontece!
Resumindo: No Linux você pode abrir sites de bancos, e-mails e tudo mais com total segurança sem precisar daquele anti-vírus chato que só fica ali consumindo memória. Quer coisa melhor que isso?

17 Janeiro 2009

[Reflexões de um cachorro louco] Caro sr. Obama – pequenas e médias empresas

Por Jon ‘maddog’ Hall

Prezado presidente eleito Obama,

Como parte de sua campanha, o senhor foi um defensor das pequenas e médias empresas (PMEs). Concordo com essa filosofia, já que tantas pessoas nos Estados Unidos estão empregadas em PMEs, e já que uma grande parte da nossa economia é baseada em PMEs.

Na indústria dos computadores há uma coisa conhecida como Software Livre, que é um tipo de software que assegura a disponibilidade do código-fonte da solução de software para o usuário final. Ele permite que o usuário final tome uma decisão de negócios sobre usar o software da forma como ele existe ou alterar o software para deixá-lo de acordo com as suas necessidades como usuário.

Algumas dessas mudanças são simples reparos no software que seu criador não tinha tempo ou conhecimento para realizar. Às vezes essas mudanças são extensões do software que permitiriam que o usuário final usasse o software de formas impossíveis sem tais extensões. Em todos os casos, o usuário final pode tomar uma decisão com base em sua economia e seu negócio, em vez de ficar restrito pelas capacidades ou economia do fornecedor do software.

As pessoas afirmarão que não se pode ganhar dinheiro com Software Livre. Isso simplesmente não é verdade. Embora alguns desses softwares sejam escritos por pessoas em seus empregos ou hobbies (engenheiros de sistemas, músicos, meteorologistas etc.) e depois entregues como contribuição à comunidade do software, boa parte dele é escrita mediante um pagamento, como um serviço de integração, consultoria e manutenção, em vez de sob a forma de produto. Empresas de sistemas computacionais como IBM, Hewlett Packard e Sun Microsystems já viram que liberar seus softwares permite que mais pessoas comprem seus hardwares e serviços do que o software proprietário de código fechado permitiria. Companhias unicamente de software, como Red Hat e Novell, provam que as técnicas do Software Livre podem empregar pessoas e fazer dinheiro. Empresas como Digium, que trabalham com um pacote de software livre conhecido como Asterisk, são relativamente jovens, mas empregam centenas de pessoas diretamente e outras milhares ao redor do mundo instalando e ajustando seu software livre para seus clientes.

Acredito que o software de código fechado esteja impedindo nosso avanço. No princípio do código fechado, ele reduzia o custo de soluções únicas feitas sob medida e as substituía por softwares commodities da revolução do PC. Entretanto, assim como várias revoluções, a do PC sobreviveu a sua utilidade e agora as empresas que produzem gigantescos volumes desse código fechado lutam para se ajustar às necessidades dos mercados que consistem em bilhões de usuários. O modelo proprietário de código fechado não é escalável.

O problema é que com um dado número de engenheiros para um pequeno número de usuários finais, é possível criar um produto que resolva 80 a 90% das necessidades de 80 a 90% desses usuários finais. Isso significa que há uma diferença de funcionalidade entre 19 e 26% do que as pessoas precisam. Para uma pequena empresa, isso é contornável, mas numa grande empresa (ou num governo) isso se torna uma diferença que representa bilhões de dólares de perda de produtividade, o que é inadmissível. Além disso, conforme aumenta a base de clientes da empresa, e a variedade de produtos necessários para essa base se expande até incluir pessoas com muitos idiomas, culturas e necessidades diversas, o modelo proprietário de código fechado quebra completamente, e a diferença de funcionalidade se torna um gasto enorme e mundial.

Usando Software Livre, pequenas empresas de consultoria e integração podem florescer, trabalhando diretamente com o consumidor final para ajustar o software de acordo com suas necessidades. Essas pequenas empresas de consultoria podem empregar muitos especialistas com altos salários, com um overhead bem mais baixo e uma capacidade de se adaptar mais rapidamente às necessidades de clientes individuais do que o grande fornecedor de softwares. Essas pequenas empresas se encaixariam perfeitamente no seu plano de gerar empregos para a classe média e canalizar a verba gasta para os trabalhadores. Suas reduções de taxas para pequenas empresas incentivariam essas empresas a expandirem e melhorarem, em vez de demitirem pessoas.

O senhor utilizou a Internet de forma sábia durante sua campanha. Sei que o senhor utilizou Software Livre para abrigar seus websites, enviar seus emails, exibir seus vídeos e em outras tarefas. O senhor experimentou a qualidade do software, a capacidade de mudança do software para se adequar as suas necessidades e o valor de ter controle sobre o software e seu funcionamento.

Eu peço que o governo estimule a pesquisa em software com financiamento de verba pública (ou mesmo com grande financiamento de verba do governo) para que os resultados sejam livres de patentes, publicados e Software Livre. O público pagou a pesquisa uma vez com seus impostos. Por que eles deveriam pagar novamente?

A pesquisa em software feita para as forças armadas deveria ser Software Livre sempre que não se tratasse de uma questão de segurança nacional.

As universidades que recebem auxílio e verbas federais não deveriam ensinar sobre “produtos de software” em seus cursos. Elas deveriam ensinar princípios de software. Acredito que esses princípios de software são melhor ensinados com uso do Software Livre.

Peço que o governo considere usar Software Livre em novos projetos, novos escritórios e no campo militar. A questão feita pelo comprador do software para uso público não deveria ser “Devemos usar Software Livre?”, mas “Por que não podemos usar Software Livre?”. Como o senhor sabe, quando o governo utiliza um conjunto específico de software para seu próprio uso, os fornecedores do governo freqüentemente usam o mesmo software. O governo abraçar o conceito de Software Livre significaria que milhares de PMEs poderiam florescer para desenvolver e adequar esse software às necessidades das empresas dos EUA.

Há outros motivos para usar Software Livre, e exemplos de como o Software Livre permite a inovação quando o software proprietário de código fechado não o faz.

Eu gostaria de encontrar seu novo Chief Technology Officer ou qualquer um de seus funcionários para discutir sobre esse assunto.

Atenciosamente, Jon “maddog” Hall, Diretor Executivo Linux International

15 Janeiro 2009

INTERNET EXPLORER ES MAIS SEGURO QUE O FIREFOX ?

Pois é, esta afirmação foi feita pela empresa norte americana de segurança BIT9 segundo nota divulgada pela INFO neste link. E as afirmações não param por aí, a lista envolve um ranking das 12 aplicações menos seguras para Windows. O que chama a atenção é justamente a falta de produtos da própria Microsoft, o que torna esta análise um tanto quanto suspeita. Seria mais uma vez a política de baixaria da Microsoft? Vejamos o ranking dos 12 aplicativos menos seguros de acordo com a BIT9 devidamente comentados (por mim, é claro):

* Em primeiro lugar, o Firefox da fundação Mozilla. Curiosamente, este é o principal concorrente do Internet Explorer, o navegador da Microsoft.
* Em segundo lugar, o Flash e o Acrobat, da Adobe. Curiosamente, são os principais concorrentes do Silverlight da Microsoft.
* Em terceiro lugar, o VMware Player e VMware Workstation, da VMware. Curiosamente, são os grandes concorrentes do VirtualPC da Microsoft. E são os responsáveis por permitir que usuários possam testar sistemas operacionais diferentes (como o Linux, por exemplo) de forma controlada, dentro de seu sistema nativo, conhecendo as outras alternativas. Também são responsáveis por permitir que usuários do Linux rodem aplicações Windows.
* Em quarto lugar, o Java Runtime Environment, da Sun. Curiosamente, o principal concorrente da tecnologia .NET da Microsoft.
* Em quinto lugar, QuickTime, Safari e iTunes, da Apple. Curiosamente, são os principais concorrentes atualmente do Windows Media Player, da Microsoft. O Safari também é um novo concorrente do Internet Explorer, visto que foi lançado para Windows recentemente.
* Em sexto lugar, uma colocação genérica. São os “Produtos Norton”, da Symantec (sim, eles colocaram desse jeito: Produtos Norton). Curiosamente, eles são concorrentes do ForeFront, a suite de segurança da Microsoft)
* Em sétimo lugar, o OfficeScan, da Trend Micro. Curiosamente, outro concorrente direto do ForeFront da Microsoft.
* Em oitavo lugar, os produtos Citrix (genérico de novo), da Citrix. Curiosamente, são concorrentes diretos de soluções corporativas da Microsoft também.
* O nono lugar ficou com o Aurigma e o Lycos, gerenciadores de imagem. Vou deixar de comentar estes, pois os desconheço.
* Em décimo lugar, o Skype, da Skype. Curiosamente, um dos mais fortes concorrentes do Windows Live Messenger pela sua alta qualidade de áudio em ligações VOIP.
* Em décimo primeiro lugar, o Yahoo! Assistant, da Yahoo!. Curiosamente… quer dizer… é do Yahoo… não precisa de nenhum comentário né?

E vejam só a melhor parte do estudo, a cereja do bolo!



Esta lista, sempre teve apenas 10 lugares. Este ano em especial, eles resolveram colocar 12 posições, e adivinhem quem ficou na última colocação (ou seja, o mais seguro entre os menos seguros)!

* O Windows Live Messenger! Ele mesmo, o grande vilão de redes corporativas, o consumidor de tráfego e porta de entradas de vírus, spywares, malwares e tudo que seja ruim na face da terra.

Bom… agora sim você deve ter se sentido aliviado não é verdade? Como temos um programa da Microsoft na lista, então provavelmente esta pesquisa é séria e imparcial, certo? E o fato de a BIT9 ser uma Microsoft Certified Partner (Parceira Certificada Microsoft) e também é Windows Embedded Partner - conforme vocês podem ver neste link - não influenciaria de forma alguma esta pesquisa, não é verdade?

Outro ponto muito interessante que foi destacado pelo gmazk em um artigo sobre o mesmo assunto publicado em seu blog, foi que eles compararam um software Open Source (o firefox) que possui seus bugs divulgados publicamente, com um concorrente comercial fechado (o internet explorer) que tem por objetivo esconder o máximo de bugs da imprensa e dos usuários.

Pois é… acho que só esqueceram de colocar o Open Office na lista…

13 Janeiro 2009

Vi isso numa comunidade do orkut e resolvi postar aqui tbem...filosofia pura...

Vi isso numa comunidade do orkut e resolvi postar aqui tbem...filosofia pura. Laughing
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"Desde quando eu tenho que trabalhar pra ganhar dinheiro. Por que é tão difícil ficar rico? Por que eu não caio simplesmente e morro?..."

"Certo, cérebro, você não gosta de mim e eu não gosto de você, então vamos acabar logo com isso para que eu possa voltar a te matar com cerveja..."

"Comunicação é o problema. Há comunicação demais..."

"Eu sou tão esperto... Eu sou tão esperto... E S P R E T O... dooh"

"Bem, não é exatamente algo relacionado à Maria, também não tem muito a ver com et, mas... cara... hehehehe... wohohohoho... Bem, para responder a sua pergunta, eu não sei..."

"Um brinde à cerveja, a causa e a solução para todos os nossos problemas."

"Dooh..."

"Muito bem, crianças, vocês tentaram o melhor de vocês e mesmo assim falharam miseravelmente. A lição é: nunca tente."

"Por favor, não me comam! Eu tenho mulher e filhos... Comam eles!"

"Talvez, ao menos uma vez, alguém irá me chamar de 'senhor' sem adicionar, 'você está fazendo uma cena'..."

"Ahem, desculpe-me, doutor, mas eu acho que eu entendo um pouco de medicina..."

"Para começar pressione qualquer tecla... Qual é a 'qualquer tecla'?"

*ajoelhado*
"Eu não sou um homem muito religioso, mas se você estiver por aí, por favor me salve, Super Homem!"

*dando conselhos sobre mulheres ao Bart* "Mulheres são como cerveja. Elas cheiram bem. Têm boa aparência. Você passaria por cima da sua própria mãe apenas para conseguir uma. Mas você não consegue parar na primeira. Você logo quer beber outra mulher..."

"Eu não menti. Você não pode provar"

"Não importa o quão bom você é em alguma coisa, há sempre no mínimo um milhão de pessoas melhores que você"

*Lurleen: Homer, o que você tem de bonito você tem de inteligente.
Homer: "Hey!!...oh, você disse isso como um elogio..."

"Rápido! Qual é o número do 190????"

"Eu vi isso num filme sobre um ônibus que que deveria correr em alta VELOCIDADE pela cidade, mantendo a sua VELOCIDADE acima de cinquenta, e se a VELOCIDADE diminuísse, ele iria explodir. Acho que o filme era chamado 'O Ônibus que não podia ir devagar'."

"Se você acha algo que é difícil de fazer, não vale apena"

"Oh, e como essa educação para adultos faria eu me sentir mais inteligente? E outra, toda vez que eu aprendo alguma coisa nova, alguma coisa antiga some do meu cérebro. Lembra quando eu tomei aquelas aulas de como fazer vinho em casa e eu esqueci como dirigir?"

Marge: Homer, o Senhor apenas pede à você uma hora por semana.
Homer: "Bem, neste caso ele deveria ter feito a semana uma hora mais longa... Deus preguiçoso"

Homer: Eu prometo aos meus filhos várias coisas. Isto me faz um bom pai!
Lisa: Na verdade, mantendo as suas promessas faz de você um bom pai.
Homer: Não, isso me faria um ótimo pai"

"O sol? É o lugar mais quente da Terra."

Homer: Filho, está na hora de você aprender alguns fatos da vida. Você sabe por que eu e sua mãe dormimos na mesma cama?
Bart: Porque nós somos pobres?
Homer: Exatamente. E nós somos pobres porque temos filhos.

"Lisa, vampiros fazem parte das fábulas! Assim como elfos, gremlins e esquimós!"

Homer: Marge, existe uma coisa que o dinheiro não compra.
Marge: O quê? ...
Homer: Um dinossauro...

"E quanto às minhas necessidades de mulher, Marge?"

Scully: Homer, nós vamos te fazer algumas perguntas simples de sim ou não, entendeu?
Homer: Sim.
*detector de mentiras explode*

"É necessário duas pessoas para uma mentira: Uma para mentir e a outra para ouvir"

"A fama era como uma droga. Mas o que mais parecia-se com drogas eram as drogas"

Homer: Marge? Já que não estou falando com a Lisa, você poderia por favor pedir a ela que me passe o xarope?
Marge: Querida, por favor passe o xarope para o seu pai, Lisa.
Lisa: Bart, diga ao papai que eu só vou passar o xarope se ele não o usar em algum produto com carne.
Bart: Você irá mergulhar suas salsichas no xarope, pai?
Homer: Marge, diga ao bart que só quero tomar um bom copo de xarope, como eu faço todas as manhãs.
Marge: Diga à ele você mesmo, você está ignoranto a Lisa e não o Bart.
Homer: Bart, agradeça à sua mãe por me lembrar disso.
Marge: Homer, você está ignorando é a Lisa, e outra, eu ouvi o que você disse.
Homer: Lisa, diga à sua mãe para sair do meu pé.
Bart: Uhhh, pai, a Lisa é quem você está ignorando.
Homer: Bart, vá para o seu quarto.

"Quando uma mulher diz que há algo errado, significa que tudo está errado. Quando uma mulher diz que está tudo errado, significa que TUDO está errado. E quando uma mulher diz 'isto não é engraçado' é melhor você não se acabar de rir..."

"Oh, deus, por que eu nasci pai?"

*Com os dois braços presos naquelas máquinas de refrigerante
EMT: Senhor, para livrá-lo daí teremos que cortar seus braços.
Homer: Ok. Eles crescerão de novo, certo?

Eu estou tendo o melhor dia da minha vida e eu devo isso tudo por não ir para a igreja.

Eu não sou uma pessoa ruim! Eu trabalho duro e amo minha mulher e filhos! Então pq eu deveria perder metade do meu domingo na igreja ouvindo como vou para o Inferno?

"Eu não estou em condições de dirigir... Espere, eu nao devo ouvir o que eu digo, eu estou bebado!

Marge: E Então homer voce aprendeu algo com isso?
Homer: Sim..Deus é vingativo!!!!


ou

Homer:Ta vendo so, Flanders vai todos os dias na Igreja e Deus noa salvou a sua casa

Marge: Homer, quero que vc fique sem beber cerveja por 1 mês.
Homer: Está certo, sem sorvete por 1 mês.
Marge: Eu falei cerveja ou sorvete?
Homer:...........sorvete?